Congresso Nacional custa R$ 1,16 milhão por hora para o cidadão brasileiro

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Cálculos da organização não governamental (ONG) Contas Abertas mostram que o Poder Legislativo no Brasil custa ao cidadão brasileiro R$ 1,16 milhão por hora, ao longo dos 365 dias do ano. Os custos do nosso Congresso Nacional incluem fins de semana, recessos e até as segundas e sextas-feiras, quando os políticos deixam a capital federal, Brasília, para fazer política em suas bases eleitorais.

Levantamento sobre custo do Congresso Nacional é da ONG Contas Abertas, e comprova: nossos políticos são os mais bem pagos da América Latina
Levantamento sobre custo do Congresso Nacional é da ONG Contas Abertas, e comprova: nossos políticos são os mais bem pagos da América Latina

Gil Castello Branco, presidente da ONG Contas Abertas, lembra que o cálculo leva em consideração não só o custo dos congressistas em si, mas de toda a máquina.

As pessoas ficam muito restritas a quanto custa um parlamentar em si, com todas as suas mordomias. Isso custa caro, sim. Mas o Congresso tem uma estrutura muito maior que isso que consome recursos públicos, dificultando ainda mais o equilíbrio no orçamento

Cada deputado federal, segundo o levantamento, recebe um salário bruto de R$ 33,7 mil, um valor superior ao do próprio presidente da República, Michel Temer – que, nas próximas semanas, vai ser seu destino definido pelo Congresso Nacional –, e seus ministros, que ganham R$ 30,9 mil mensais.

Nossos políticos, de acordo com diversos levantamentos de organizações e publicações estrangeiras, são os mais bem pagos da América Latina, seguidos por Chile, Colômbia e México.

Na soma, todos os benefícios indiretos que eles têm, como verba de gabinete, cota de passagens para seus destinos eleitorais e reembolso com despesas de saúde, e o valor aumenta para números estratosféricos: juntos, os 513 deputados custam, em média, R$ 86 milhões ao mês, custo anual de R$ 1 bilhão.

96% dos brasileiros querem que Operação Lava-Jato investigue todos os partidos políticos

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Pesquisa Pulso Brasil de junho de 2017, realizada pela Ipsos, revela que a Operação Lava-Jato ganha cada vez mais a adesão dos brasileiros: para 96% dos entrevistados, as investigações necessitam averiguar todos os partidos políticos e a mesma porcentagem acredita que a operação deve continuar até o fim, custe o que custar.

Entrevistados acreditam que operação deve continuar até o fim, custe o que custar
Entrevistados acreditam que operação deve continuar até o fim, custe o que custar (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Realizada entre os dias 1º e 13 de junho de 2017, a pesquisa Ipsos contou com 1,2 mil entrevistas presenciais em 72 municípios brasileiros. A margem de erro é de 3%.

O estudo assinala ainda que 87% concordam que a operação vai fortalecer a democracia, enquanto 79% acreditam que a Operação Lava-Jato pode ajudar a transformar o Brasil num país mais sério. Além disso, os brasileiros são a favor da operação mesmo que traga mais instabilidade política ou econômica para o país, com 95% e 94%, respectivamente.

Brasileiros acreditam que Operação Lava-Jato fortalece a democracia
Brasileiros acreditam que Operação Lava-Jato fortalece a democracia (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Operação Lava-Jato e o rumo do Brasil

O levantamento aponta que 95% dos entrevistados consideram que o Brasil está no rumo errado, mostrando um acréscimo de dois pontos percentuais em relação ao índice de maio (93%).

A avaliação do governo do presidente Michel Temer também teve uma piora de quatro pontos percentuais comparado ao mês anterior, pois 84% dos brasileiros classificam a gestão Temer como ruim e péssima.

Barômetro político

A pesquisa analisou a atuação de 32 personalidades públicas e políticos. No ranking ‘Barômetro político’, o presidente Michel Temer é o nome mais mal avaliado (93%), seguido por Eduardo Cunha (92%), Aécio Neves (91%) e Renan Calheiros (84%).

Se comparar os números da avaliação dos últimos três ex-presidentes do país, Dilma Rousseff totaliza 82% de rejeição versus 14% de aprovação. Fernando Henrique Cardoso soma 74% de desaprovação contra 12% de aprovação. Já, Luiz Inácio Lula da Silva possui 68% de reprovação e 28% de aprovação.

Considerando os políticos que já disputaram o segundo turno em um pleito presidencial, Aécio Neves é o tucano com maior taxa de rejeição com 91%, alta de 14 pontos percentuais sobre a edição anterior. O político mineiro é seguido por José Serra, com 79% – aumento de nove pontos em relação a maio – e por último, Geraldo Alckmin com 71%, o que representa sete pontos a mais comparado ao último mês.

Marina Silva, da Rede, que vinha numa constante queda do índice de rejeição, em junho, apresenta taxa de desaprovação de 62%.

Por outro lado, o juiz Sérgio Moro, o apresentador da TV Globo Luciano Huck e o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa são os nomes melhores avaliados com 63%, 44% e 42% de aceitação, respectivamente

Outras personalidades que foram avaliadas quanto ao índice de desaprovação e aprovação são: Rodrigo Maia (64% e 3%, respectivamente); Romero Jucá (64% e 1%, respectivamente); Romário (59% e 14%, respectivamente); Gilmar Mendes (58% e 4%, respectivamente); Henrique Meirelles (57% e 4%, respectivamente); Marcelo Crivella (56% e 9%, respectivamente); Ciro Gomes (55% e 12%, respectivamente); Jair Bolsonaro (54% e 15%, respectivamente); Paulo Skaf (52% e 5%, respectivamente); João Doria (52% e 16%, respectivamente); Roberto Justus (51% e 19%, respectivamente); Rodrigo Janot (49% e 22%, respectivamente); Tasso Jereissati (48% e 5%, respectivamente); Luciana Genro (47% e 3%, respectivamente); Nelson Jobin (46% e 3%, respectivamente); Ayres Brito (44% e 2%, respectivamente); Deltan Dallagnol (42% e 13%, respectivamente) e Cármen Lúcia (39% e 29% respectivamente).

Leia mais sobre Política no Blog do Maurício Araya:

E você? Qual sua opinião sobre a Operação Lava-Jato? Deve continuar? Deixe seu comentário!

Smartphones intermediários lideram ranking de mais buscados

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Um levantamento do site e aplicativo comparador de preços e produtos Zoom mostra que a Samsung segue como líder no ranking de smartphones intermediários mais buscados em maio de 2017. O Samsung Galaxy J7 Prime 32GB SM-G610M se mantém na primeira posição desde fevereiro de 2017. No entanto, o modelo vem diminuindo de preço e, este mês, apresentou uma variação de 65%, custando entre R$ 1.029 e R$ 1.699.

Aparelhos robustos dão espaço aos smartphones intermediários, pela quantidade de opções que oferecem
Aparelhos robustos dão espaço aos smartphones intermediários, pela quantidade de opções que oferecem

O que atrai consumidores aos smartphones intermediários é a maior variedade de características, encontrada principalmente entre as marcas Samsung e Motorola, como analisa o especialista de produtos do Zoom, Paulo Guedes.

Mesmo com a aparente desaceleração do mercado, os smartphones tiveram as vendas mundiais aumentadas em 4,3% nos primeiros três meses do ano, superando a previsão inicial de 3,6%, de acordo com dados do IDC. Os aparelhos da Samsung, assim como os modelos da Motorola possuem uma maior gama de opções, com diferentes características para alcançar vários perfis de consumidor, e, assim são mais procurados e também apresentam maiores variações de preços

As novidades no ranking ficam por conta da entrada do Samsung Galaxy J7 2016 Metal 16GB J710, já como quarto mais buscado e apresentando variação de preço de 112%, com aparelhos que custam de R$ 789,90 a R$ 1.676,31. Outro estreante é o Samsung Galaxy A5 2017 32GB A520F, que fica em oitavo lugar.

Saíram da lista o Asus Zenfone 3 64GB ZE552KL, que já estava em 10º no levantamento de abril, e o Smartphone LG X Power 16GB K220. Além disso, o Motorola Moto G G4 Plus 32GB XT1640, que já havia caído da terceira para a sexta posição, segue em queda e, agora, aparece como o último da lista.

A maior variação do ranking de maio ficou por conta do Motorola Moto G G4 Play DTV Colors 16GB XT1603, que subiu da sétima para a quinta posição, e apresenta oscilação de 225%, com valores entre R$ 615,12 e R$ 2 mil.

Dia dos Namorados: 52,2% dos consumidores devem presentear

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Apesar da crise econômica e política que o Brasil atravessa, o Dia dos Namorados promete ser esperança de movimento no comércio no Maranhão. É que 52,2% dos consumidores em São Luís revelaram interesse em presentear, segundo aponta o levantamento de intenção de consumo realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA), enquanto 43% afirmam não ter interesse de comprar algum presente para o Dia dos Namorados. E são os homens são os mais predispostos ao consumo, com 58,7%.

52,2% dos consumidores devem presentear no Dia dos Namorados, segundo a Fecomércio-MA
52,2% dos consumidores devem presentear no Dia dos Namorados, segundo a Fecomércio-MA

A notícia parece boa, mas, na comparação com 2016, os dados mostram piora nos resultados, com redução de -11,8% do nível de consumidores que pretendem comprar produtos e um aumento de 23,5% dos consumidores que não irão às compras.

O valor médio do presente em 2017 ficou em R$ 154, enquanto a média do valor total da compra, considerando os gastos com a comemoração e aqueles que irão comprar mais de um produto para presentear, ficou em R$ 176. Comparado a 2016, o valor médio do presente teve queda de -1,2%; já o valor médio da compra, observou-se alta de 4,1%, próximo ao nível da inflação acumulada no período de 4,08%.

O levantamento ouviu homens e mulheres maiores de 18 anos nos principais pontos de comércio na capital maranhense e foi realizado entre os dias 15 e 19 de maio de 2017, período em que uma das maiores crises políticas do país foi desencadeada, o que indica, segundo o presidente da Fecomércio-MA, José Arteiro da Silva, que o momento é de replanejamento para os comerciantes.

Esse resultado está vinculado, principalmente, à percepção dos consumidores quanto ao atual cenário de insegurança e instabilidade política que afetam as condições socioeconômicas atuais, como renda e emprego. É importante o empresário perceber que o momento atual não é de reduzir investimentos, mas administrar suas finanças, aguardando a acomodação dos agentes econômicos e mantendo o atual nível de investimento, mediante a estabilização do horizonte de informações que influenciam nossa economia regional

O levantamento mostra que, comparado a 2016, houve reduções de -5% para quem deseja comprar um produto e de -38,1% para quem ambiciona comprar dois produtos, o que mostra que os consumidores estão reavaliando seus orçamentos domésticos para não comprometer suas capacidades de pagamento de compromissos futuros, como analisa o consultor econômico da Fecomércio-MA, Eduardo Campos.

Esse pessimismo do consumidor quebra as expectativas favoráveis à recuperação econômica que vinham sendo formadas nos últimos meses e comprovadas pelos indicadores econômicos. Evidenciava-se no comércio varejista ampliado maranhense, por exemplo, variação positiva na comparação anual de 4,2% no volume de vendas, segundo a última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE. Somam-se a este dado, as expectativas de recuperação de receitas, que em face da turbulência política, comprime momentaneamente o ímpeto do empresário em realizar novos investimentos.

Vestuário na preferência para o Dia dos Namorados

Na análise dos produtos preferidos pelos consumidores, os setores de vestuário, higiene/perfumaria e calçados compõem os três primeiros segmentos em intenção de compras.

Na análise sobre a intenção de comemorar o Dia dos Namorados, houve redução de -15,6% entre os que desejam celebrar a data e aumento de 30% dos que não desejam comemorar.

Maior parte dos casais pretendem comemorar o Dia dos Namorados sem comprometer as finanças
Maior parte dos casais pretendem comemorar o Dia dos Namorados sem comprometer as finanças

O pagamento à vista em dinheiro continua sendo a preferência dos consumidores mesmo com a redução de -6% comparado ao ano passado; e o uso do cartão de crédito, que aparece em segundo lugar, também reduziu em -2,5%.

Quanto aos locais de compras, destaca-se que as lojas de shopping centers ainda são a preferência dos consumidores, mas apresentaram forte redução, de -25,8%, em comparação aos locais mais populares, como principal centro comercial de São Luís, a Rua Grande, que apresentou aumento de 69,1% e as lojas de rua/bairro/galeria, com 37,8%.

Isso, segundo a análise da Fecomércio-MA, se dá mediante à percepção dos consumidores de que esses são estabelecimentos que oferecem produtos mais populares e com preços mais acessíveis.

Uso do salto alto no trabalho: 51% das brasileiras consideram importante

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Um estudo desenvolvido no último trimestre de 2016 revela curiosidades e dados a respeito do uso, comportamento e dores das mulheres com calçados de salto. A autoria é de Thomas Case, Ph.D., fundador da Pés Sem Dor, e a pesquisa mostra que mais da metade das mulheres entrevistadas considera o uso do salto alto no trabalho importante.

A pesquisa O salto alto e a mulher brasileira entrevistou 1.835 mulheres, de jovens à terceira idade, em todo o Brasil. Elas responderam um questionário com 90 perguntas. ‘Apesar das dores implícitas ao uso, muitas mulheres têm que usar salto no trabalho’, como conclui Thomas Case:

A exigência pode ser formal e rígida ou uma expectativa não-verbalizada por parte da empresa

E se em algumas situações o salto faz parte do uniforme, para algumas mulheres o calçado é facultativo, mas acaba se tornando um fator de empoderamento.

O resultado: a mulher brasileira tem, em média, 7,4 pares de sapatos de salto alto – 36% das entrevistadas têm mais de 10 pares; 87,5% delas os usam para festas e eventos; e 44,9% usam sapatos de salto alto de uma a cinco vezes ao mês.

Pesquisa revela que mulher brasileira tem, em média, 7,4 pares de sapatos de salto alto
Pesquisa revela que mulher brasileira tem, em média, 7,4 pares de sapatos de salto alto

A frequência de uso varia entre o fim de semana e a semana. Durante a semana, os períodos de uso são mais longos. 53% das entrevistadas indicaram que usam sapatos de salto alto menos tempo do que gostariam; já 80,1% indicaram que a dor é o principal motivo para não usar sapatos de salto alto por mais tempo.

Outra estatística mostra que 95% das mulheres sentem dores quando usam salto alto. Para o fisioterapeuta-chefe da Pés Sem Dor, Mateus Martinez, “este número serve como um alerta para que as empresas flexibilizem a obrigações com o sapato”.

Outros dados sobre a pesquisa

A altura do salto que as respondentes mais usam varia de acordo com a faixa etária. Conforme a idade avança, diminui o tamanho do salto. Mulheres de até 20 anos (43,2%), preferem usar salto acima de 8,5 cm;

Para eventos sociais, o salto agulha foi o modelo preferido por 24,8% das mulheres. O Meia pata ficou em segundo lugar com 23,3% e o de salto quadrado com 13,4%. Para o dia a dia, o modelo Anabela é o preferido com 32,8%, seguido pelo de salto quadrado com 16,9%;

O modelo de salto reto versus o curvado têm a preferência de 25% das mulheres. Surpreendentemente, as mulheres da terceira idade preferem o formato reto, que exerce mais pressão no antepé do que o formato curvo;

As mulheres gostam de comprar sapatos de salto alto. 73,2% compraram ao menos um par nos últimos 90 dias. 28,2% compraram 3 pares ou mais. 70,7% das mulheres costumam pagar cerca de R$ 199 ou menos por par de sapatos de salto alto;

O preço pago aumenta conforme a renda e a idade das respondentes. Não há interesse em pagar muito mais pelo modelo de salto alto dos sonhos;

69,6% das mulheres indicaram que usam meias finas com os seus sapatos de salto alto. A meia calça representa 69,2% do uso de meias;

95,7% das mulheres sentem dores nos pés, quando usam sapatos de salto alto. A intensidade da dor mediana é 5 (moderado) em uma escala de 1 a 10. 25,3% das respondentes disseram que sentem dor intensa (7 a 10);

62,1% das mulheres que sentem dores nos pés usando salto alto, não conseguem permanecer mais de duas horas em pé sem sentir dores. 100% das mulheres que disseram sentir dores indicaram dor em algum osso do metatarso (região do antepé). 75% das mulheres, que sofrem com dores quando usam salto alto, afirmaram sentir dores também quando usam sapatos sem salto;

Foram citadas as seguintes práticas para minimizar as dores: colocar os pés para cima (32,7%), fazer alongamento nos pés (16,3%), alargar o sapato (13,4%). Apesar de todas as respondentes indicarem que estariam dispostas a pagar em média apenas R$ 98,00 para eliminar as sua dores;

Além das dores, 59,4% das mulheres indicaram ter formigamento nos pés;

46,7% das mulheres também disseram sofrer com dores nos tornozelos por uso de salto alto. O valor mediano de dor é de 4 em uma escala de 1 a 10 (moderado);

37,6% das mulheres também disseram sofrer com dores nos joelhos por uso de salto alto. O valor mediano de dor é de 4 em uma escala de 1 a 10 (moderado);

44,8% das mulheres também disseram sofrer com dor na coluna por uso de salto alto, que piora conforme aumenta a idade. O valor mediano de dor é de 4 em uma escala de 1 a 10 (moderado);

41,5% das mulheres indicaram ter calos. Destas, 60,8% têm calos em cima dos dedos, local onde os sapatos de salto alto (modelo bico fino) apertam os pés;

61,9% das mulheres indicaram sofrer com bolhas nos pés quando usam sapatos de salto alto. 65,8% afirmaram que os seus pés incham com o uso;

35,7% indicaram que já sofreram quedas usando sapatos de salto alto, 55,4% já torceram os seus tornozelos e 21,7% não descem escadas, quando estão usando sapatos de salto alto.

Outras constatações interessantes

A grade de numeração 34 a 39 atende 95,89% das mulheres brasileiras;

18,8% classificaram os seus pés como robustos, 17,3% como magros e 63,9% os classificam como normal;

26,8% das mulheres indicaram que a largura padrão dos calçados brasileiros não é adequada para elas;

65,6% dos pés foram classificados como normais, 19,6% como cavos, e 14,8% como chatos;

Em relação ao formato dos dedos: 46,8% foram classificados como Egípcio, 22,3% como Romano e 28,4% com Grego;

46% das mulheres têm algum grau de joanete. O de grau 2 causa dor em 82.7% das respondentes e dificuldades para comprar sapatos de salto alto adequados;

5,5% das mulheres disseram ter dedos em garra, 3,7% em martelo e 9,83% sobrepostos;

Sobre a forma de andar, 65% disseram ter os pés apontados para frente, 25,5% para fora e 9,4% para dentro.

Na hora do beijo, o que gostam e o que não gostam os solteiros?

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No ‘mês do beijo’, uma pesquisa mostrou o que os solteiros gostam e também o que eles não gostam na hora do beijo. A enquete foi realizada pelo site de relacionamentos ParPerfeito, e contou com 1,2 mil entrevistados. Homens e mulheres garantem que o mais importante para uma relação é que haja química na hora do beijo.

Beijo apaixonado é o mais marcante para 41% das mulheres
Beijo apaixonado é o mais marcante para 41% das mulheres

Sobre o beijo mais marcante, 41% das mulheres contaram que é o beijo apaixonado. Em segundo lugar, com 33% dos votos, ficou o beijo em um momento inesperado. E na terceira, escolhido por 15% delas, ficou o último beijo dado em alguém importante.

Para eles, o melhor beijo é aquele que acontece em um momento inesperado
Para eles, o melhor beijo é aquele que acontece em um momento inesperado

A opinião deles é parecida, mas 41% deles acham que o melhor beijo é aquele que acontece em um momento inesperado. Já 33% deles preferem os beijos apaixonados e 16% elegeram o primeiro beijo como o mais marcante de suas vidas.

O preferido é o beijo molhado, para 54% deles e 55% delas.

Beijo romântico, com sentimento e de apaixonar, são os preferidos delas
Beijo romântico, com sentimento e de apaixonar, são os preferidos delas

Sobre a melhor forma de beijar, segundo 33% das entrevistadas, é o beijo romântico, que tem aquele sentimento forte e te deixa ainda mais apaixonada. Agora, para 34% deles, beijo bom mesmo é aquele com pegada, seja ele na parede, na cama, no chão ou no sofá.

Beijo com pegada é o melhor para 34% dos homens entrevistados
Beijo com pegada é o melhor para 34% dos homens entrevistados

Seja como forma de marcar uma primeira impressão, seja para firmar um compromisso mais sério, o beijo bem dado serve de ‘termômetro’ para os solteiros, como comenta a gerente de Marketing do Match Group LatAm, detentor do ParPerfeito, Mariana Frensel.

Os solteiros têm o beijo como um termômetro para a relação e o primeiro beijo de um casal é muito importante para o futuro da relação. Se for bom, as chances de acontecer um segundo encontro são altas. Mas se for ruim, possivelmente não vão querer novamente sair com a pessoa

Outra revelação do estudo é que, para os solteiros, beijo é coisa séria: 40% dos homens participantes da pesquisa e 45% das mulheres afirmaram que beijar é uma demonstração de afeto em qualquer relação.

O resultado surpreendeu até mesmo o site de relacionamentos, como comenta Mariana Frensel.

Outro resultado interessante é que beijar é algo que é levado a sério pelos solteiros. Para eles, beijar não é só pegação, mas sim uma demonstração de afeto

Quando questionados sobre o que não aturam, homens e mulheres foram unânimes em dizer que o que não dá para tolerar é bafo.

WhatsApp é mais usado por solteiros para mentir na paquera

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Para marcar o Dia da Mentira – 1º de abril –, o site de relacionamento ParPerfeito realizou uma pesquisa para saber, dos solteiros, quem já contou alguma mentirinha na hora da paquera. E os resultados são reveladores: quando questionados sobre a forma mais fácil de mentir para o pretendente, elas (61%) e eles (45%) escolheram o aplicativo WhatsApp como meio mais fácil de fazer isso.

A pesquisa foi respondida por 1.114 usuários do site de relacionamento, em março de 2017. As mulheres juram que não mentem na paquera, e somente 38% confessaram já ter contado alguma mentira; já os homens mantém igual posição, sendo que 37% confessaram já ter falado algo que não é verdade na hora da paquera.

WhatsApp é mais usado por solteiros para mentir na paquera
Solteiros acreditam que forma mais fácil de mentir para o pretendente é pelo WhatsApp (Foto: Maurício Araya)

A pesquisa mostra que a mentira mais contada pelos homens e pelas mulheres solteiros são: mentir sobre o local onde mora (33%), mentir sobre a idade (28%) e mentir que não está comprometida (20%). A maioria as mulheres (67%) e 57% dos homens afirma que sabe identificar quando o/a pretendente não está falando a verdade. E a mentira mais grave para elas (77%) e para eles (53%) é falar que não está comprometido(a).

Mentir nunca é uma boa opção. Mas tem muita gente que acha que tem aquela mentirinha que não é muito séria, mas que faz parte do processo de falar certas inverdades para conquistar o outro
Mariana Frensel, gerente de marketing do Match Group LatAm/ParPerfeito

Das mentiras, a que elas mais odeiam é ‘não estou saindo com ninguém, só com você’. Já eles, acham que o mais irritante é quando elas dizem: ‘ele é só meu amigo’.

Outro ponto que nos chamou atenção na pesquisa é que as mulheres prezam muito mais pela verdade do que os homens. Elas acham que descobrir uma mentira (53%) é motivo para acabar com um relacionamento, enquanto eles se mostram mais tolerantes a isso: 65% acham que não terminariam com ela por esse motivo
Mariana Frensel, gerente de marketing do Match Group LatAm/ParPerfeito

Veja detalhes da pesquisa:

Você já mentiu para um pretendente?
Não – 62%
Sim – 38%

Você sabe identificar se o seu pretendente está mentindo pra você?
Sim – 63%
Não – 37%

Qual das mentiras abaixo que eles contam você considera mais grave?
Mentir que não está comprometido – 77%
Omitir que tem filhos – 10%
Mentir sobre a classe social – 5%
Esconder que já ficou com algum conhecido – 5%
Mentir sobre o local/região onde mora – 3%

Qual das “mentirinhas” abaixo dos homens que mais te irrita?
Não estou saindo com ninguém, só com você! – 59%
Acabou a bateria do meu celular – 21%
Não vi sua ligação – 9%
Não vou sair hoje – 5%
Essa é a última cerveja, prometo – 3%
Você não está gorda – 2%
Estou preso no trânsito – 1%

Pegar uma mentirinha é um motivo para acabar com o relacionamento?
Não – 53%
Sim – 47%

Por qual meio é mais fácil mentir para o pretendente?
WhatsApp – 61%
Telefone – 25%
Pessoalmente – 8%
Messenger – 6%

Você já mentiu para um pretendente?
Não – 63%
Sim – 37%

Qual das mentiras abaixo você já contou?
Mentir sobre o local/região onde mora – 33%
Mentir sobre a idade – 28%
Mentir que não está comprometido – 20%
Esconder que já ficou com algum conhecido dele – 15%
Mentir sobre a classe social – 3%
Mentir sobre a profissão – 1%

Você sabe identificar se o seu pretendente está mentindo pra você?
Não – 53%
Sim – 47%

Qual das mentiras abaixo que eles contam você considera mais grave?
Mentir que não está comprometido – 53%
Mentir sobre a idade – 11%
Mentir sobre a classe social – 10%
Omitir que tem filhos – 9%
Esconder que já ficou com algum conhecido – 8%
Mentir que não está comprometida – 5%
Mentir sobre o local/região onde mora – 4%

Qual das “mentirinhas” abaixo das mulheres que mais te irrita?
Ele é só meu amigo – 28%
Não está acontecendo nada – 21%
Estou com dor de cabeça – 18%
Não sou ciumenta – 15%
Não vou sair hoje – 10%
Já estou pronta, desço em 5 minutos – 8%

Pegar uma mentirinha é um motivo para acabar com o relacionamento?
Não – 65%
Sim – 35%

Por qual meio é mais fácil mentir para o pretendente?
WhatsApp – 45%
Telefone – 32%
Messenger – 12%
Pessoalmente – 11%