VÍDEO: eclipse solar de 21 de agosto em timelapse

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Nesta semana, o mundo inteiro voltou os olhos aos Estados Unidos. O eclipse solar de 21 de agosto trouxe, para os cientistas, uma grande oportunidade de contemplar o espetáculo e realizar estudos inéditos sobre a Lua e o Sol, e, por isso, foi considerado o ‘eclipse do século’ por lá.

Eclipse solar parcial em São Luís
Eclipse solar parcial em São Luís (Foto: Maurício Araya)

Você viu, no Blog do Maurício Araya: a Lua encobriu totalmente o Sol por cerca de 2 minutos e 30 segundos, e sua sombra percorreu 14 dos 50 Estados Unidos.

A sombra da Lua percorreu, ainda, países da América do Norte, América Central, Caribe, ao norte da América do Sul e oeste da Europa e África também puderam observar o eclipse do Sol.

Em São Luís, um dos pontos de melhor observação do eclipse solar parcial no Brasil, a Lua começou a encobrir o Sol por volta das 16h (horário de Brasília), chegando ao seu ápice – cerca de 40% – pouco após as 17h10.

Como amante da ciência, em especial a astronomia, resolvi fazer, também, algumas experimentações. Usando cinco câmeras – entre elas duas fotográficas, duas de aventura e uma de celular –, registrei o eclipse solar de 21 de agosto.

Uma das minhas dúvidas era: temos a percepção visual da passagem da Lua sobre o Sol durante um eclipse parcial? No registro em timelapse – processo de aceleração das imagens –, pude reparar que, ainda que pequena, a percepção visual é, sim, de um ‘escurecimento’.

Essa percepção, claro, é proporcionada pelo horário em que o eclipse aconteceu: próximo ao pôr do Sol, a atmosfera terrestre funciona como filtro, permitindo a observação e até o registro, em fotografia e vídeo, do disco do Sol. Por isso, quase no fim da passagem, foi possível registrar o eclipse sem o Sol parecer só um clarão nas imagens.

No Brasil, eclipse solar foi observado de forma parcial
No Brasil, eclipse solar foi observado de forma parcial (Foto: Maurício Araya)

No vídeo, entretanto, a própria câmera se encarregou de corrigir a aparente falta de luz.

Como observar um eclipse solar com segurança?

Já havia pesquisado sobre formas de como observar o fenômeno com segurança e com materiais simples, já que não é recomendado olhar por muito tempo para o Sol – e, principalmente, durante um eclipse solar parcial, em que a percepção visual do fenômeno a olho nu é quase nula.

Uma das formas de observação, segundo o que havia pesquisado, é pela projeção por meio de um espelho de aumento. Não resultou.

Outra, seria a projeção por meio de uma caixa de cereal ou de sapato, por exemplo. Basta fazer um furo em uma face e, dentro da caixa, a imagem do eclipse seria projetada – no mesmo princípio do funcionamento das câmeras fotográficas. Esse foi o método mais acertado.

Para observar o andamento do eclipse em segurança, usei uma caixa de projeção
Para observar o andamento do eclipse em segurança, usei uma caixa de projeção (Foto: Maurício Araya)

Com um furo em uma folha de papel, por exemplo, é possível projetar a mesma imagem em outras superfícies, como uma parede ou outra folha de papel.

Usando uma folha de papel com um furo, também é possível projetar o eclipse na parede, e acompanhar o fenômeno sem risco
Usando uma folha de papel com um furo, também é possível projetar o eclipse na parede, e acompanhar o fenômeno sem risco (Foto: Maurício Araya)

As regiões Norte e Nordeste do Brasil vão experimentar, nos próximos anos, mais dois eclipses solares: um em 14 de outubro de 2023, com um eclipse anular, em que a Lua fica, de forma aparente, menor que o Sol, criando a imagem de um círculo de fogo durante o ápice do fenômeno; e outro no dia 12 de agosto de 2045, quando um eclipse solar total poderá ser observado nos Estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

E um detalhe: em 2045, moradores das cidades de Belém, São Luís, João Pessoa e Recife terão o melhor ponto de observação do eclipse, com duração de até 6 minutos.

Banda larga registra 163,39 mil novos usuários no Brasil

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O serviço de internet banda larga fixa alcançou 27,46 milhões de assinantes no fim do mês de maio de 2017, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados esta semana, e registrou aumento de 163,39 mil clientes (0,6%) na comparação com o mês anterior.

Banda larga registra 163,39 mil novos usuários no Brasil
Banda larga registra 163,39 mil novos usuários no Brasil

Nos últimos 12 meses, foram adicionados à rede 1,41 milhão de clientes (crescimento de 5,45%).

Crescimento nos Estados

Nos Estados, entre abril e maio de 2017, a base de assinantes de Minas Gerais aumentou 1,55%, com 41,4 mil novos clientes; no Ceará, a elevação foi de 32,19 mil (5,12%); e, no Rio Grande do Norte, 27,77 mil (9,91%).

Nos últimos 12 meses, houve aumento de usuários em todos os Estados. Os maiores percentuais foram registrados nos Estados de São Paulo, com 248,01 mil novos clientes (2,63%); Minas Gerais, com 207,82 mil (8,28%); e Rio Grande do Sul, com 135,23 mil (8,56%).

Alta da banda larga nas operadoras

A prestadora Vivo liderou o crescimento no período com 28,07 mil novos assinantes (0,37%). A TIM apresentou elevação de 10,21 mil (2,96%); seguida pela Sky, com 6,06 mil assinantes (1,77%).

Na comparação com abril de 2016, a Vivo teve um aumento de 1,89% na sua base de assinantes, com mais 140,43 mil novos assinantes. A TIM registrou 57,13 mil novos clientes (19,15%); e a operadora Claro teve mais de 332,36 mil novos assinantes (4,03%).

TV por assinatura tem redução de 171,23 mil assinantes em todo o Brasil

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O setor de TV por assinatura registrou queda de 0,9% em abril de 2017, na comparação com o mês anterior, com a diminuição de 171,2 mil assinantes, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) esta semana. No mês, a base total de assinantes chegou a 18,76 milhões.

TV por assinatura tem redução de 171,23 mil assinantes em todo o Brasil
TV por assinatura tem redução de 171,23 mil assinantes em todo o Brasil

Nos últimos 12 meses, a redução foi de 147,47 mil assinantes (-0,78%), de acordo com a Anatel.

Todos os Estados brasileiros apresentaram, entre março e abril de 2017, redução no número de assinantes de TV por assinatura. No entanto, na comparação entre abril deste ano e abril de 2016, Piauí, com 9,66%, Maranhão, com 7,32% e Rio Grande do Norte, com 6,26% lideraram o crescimento.

Grupos econômicos e tecnologias

Dos grupos econômicos acompanhados pela Anatel, a Oi apresentou a maior crescimento de março a abril e nos últimos 12 meses, 1,63% e 15,78% respectivamente. Claro/NET e Vivo apresentaram redução em ambos os períodos.

Quanto às tecnologias, entre março e abril de 2017, a fibra ótica apresentou crescimento de 0,14%. Todas as outras tecnologias apresentaram redução. No entanto, em 12 meses a fibra ótica registrou crescimento de 20,6% e o número de usuários receptores de satélites se manteve praticamente estável (0,19%).

Aumenta número de Estados no cadastro nacional de celulares roubados

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Uma parcela maior da população brasileira deve contar com a facilidade de bloqueio dos aparelhos roubados, furtados ou extraviados sem precisar ir às prestadoras da telefonia móvel. É que, em abril, São Paulo aderiu ao cadastro nacional de celulares roubados, ou Cadastro Nacional de Estações Móveis Impedidas (Cemi), a já há negociações adiantadas com o Distrito Federal para implementação do serviço.

Com o Cemi, o registro para o bloqueio do aparelho passa a ser realizado pelas polícias estaduais participantes do serviço e pela Polícia Federal. O sistema on-line permite às polícias fazer o registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados diretamente na base de dados.

Sistema permite às polícias fazer registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados
Sistema permite às polícias fazer registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados

O departamento técnico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mantém conversações com Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins para ampliar o número de Estados participantes no cadastro nacional de celulares roubados.

São Paulo, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Roraima já assinaram o termo de adesão e se encontram aptos a utilizar o cadastro.

O Cemi é supervisionado pela Anatel, operado pela Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) e implementado pelas prestadoras da telefonia móvel.